sábado, 5 de novembro de 2011

Em busca da Terra do nunca
Toda vez que uma criança diz: " Eu não acredito em fadas", em algum lugar, uma pobre fada cai morta.


Sinopse:

J.M. Barrie, bem sucedido escritor escocês, um gênio literário de seu tempo, mas enfadado pelos mesmos velhos temas, necessita seriamente de inspiração. Inesperadamente, fazendo sua caminhada diária pelos Jardins Kensington em Londres, ele encontra a inspiração que precisava. Lá, Barrie conhece a família Llewelyn Davies: quarto meninos e sua linda, recentemente viúva, mãe. Barrie se torna amigo da família, mostrando aos rapazes truques, disfarces, jogos, brincadeiras, criando histórias de castelos e reis, vaqueiros e índios, piratas e naufrágios. Ele transforma galhos em poderosas espadas, pipas em fadas encantadas e os meninos Llewelyn Davies nos “Meninos Perdidos da Terra do Nunca”. De uma excitação genuína e da falta de aventura de sua infância sairá o mais desafiante e renomado trabalho de Barrie: Peter Pan. Quando Barrie está pronto para apresentar “Peter Pan” ao mundo, uma trágica mudança do destino fará com que o escritor e aqueles que ele mais ama entendam o que significa realmente acreditar.

Opinião geral sobre o filme
Eu sempre quis assistir esse filme, então recentemente, ignorando que não posso mais gastar dinheiro, resolvi que o compraria finalmente (é para isso que servem os cartões de crédito, não?) simplesmente por que sei que um filme com esse título e o Johnny Depp não poderia me decepcionar.
É claro que eu estava certa.


Em busca da Terra do nunca não é um filme recente, mas como já disse, eu sempre descubro as coisas eras depois que elas foram lançadas. A história é baseada em fatos reais, diga-se a vida do escritor de Peter Pan, James M. Barrie, e como se deu a sua inspiração para escrever sobre os garotos que habitam Neverland, baseados em sua convivência com os meninos de uma família que ele conheceu, e a qual se afeiçoou.

O modo como o filme mostra a imaginação do autor é muito bonito, e o Johnny Depp esta perfeito no papel. Acho que ele é um ator incrivelmente talentoso, e a sua atuação nesse filme foi excelente (como sempre - ninguém supera as caras dele, ninguém)

Nunca li Peter Pan. Sim, estou um pouco envergonhada disso. É um clássico da literatura infantil, e eu sempre quis dar uma olhada, mas ficava adiando e adiando. Mas depois que vi esse filme, estou morrendo de vontade de correr até a biblioteca. É uma história que, aparentemente, tem muito das coisas que eu penso.
Não sei se foi por que assisti de madrugada, com um puta sono, ou sei lá o que, mas acontece que o filme até me fez ficar com os olhos cheios de lágrima, e nem tinha esse apelo. Acho que tudo que trata da imaginação e de se viver nos mundos criados por ela me fazem ficar um pouco tristes, pelo fato de eu mesma viver na minha.




Enfim, é um filme lindo, e eu não vejo a hora de conhecer a terra do nunca pessoalmente.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Travessuras ou gostosuras?

Sabe o que é legal de fazer faculdade?
Nada
É essa a minha opnião.
Mas surgiu uma oportunidade de dar asas a minha imaginação, um trabalho de português instrumental onde eu posso apresentar sobre o que eu quiser e adivinhe o que eu escolhi???

HALLOWEEN
Imaginem que maravilha será minha nota. (noção, faço adm u.ú)

Portanto vou postar aqui uma pequena parte do meu trabalho, a parte mais legal apenas.
Isso se vocês ainda não fugiram daqui depois de todo esse meu lenga lenga


Um pouco de história...

Uma das lendas, de origem celta, diz que os espíritos de todos aqueles que morreram ao longo do ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam que está era a única chance de vida após a morte, eles também acreditavam que o mundo dos espíritos podiam se misturar com o dos vivos.
Porém os vivos, é lógico, não queriam ter seus corpos possuídos, então na noite do dia 31 de outubro eles apagavam todas as tochas e fogueiras, se fantasiavam e andavam por perto ruidosamente, sendo tão destrutivos quanto possível, desse modo esperavam assustar os espíritos que queriam possuir seus corpos.

Travessuras ou gostosuras?

A brincadeira de "Doces ou travessuras" é originaria de um costume europeu do século IX, chamado de "almejar". No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "bolos de alma", que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo ganho, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Abóboras e velas

Jack da Lanterna ( Jack O'Lantern)
Um homem chamado Jack, um alcoólatra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o último trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal vê a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack propõe um trato: libertá-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem opção, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e começa a tratar bem a esposa e os filhos, vai à igreja e faz até caridade. Mas a mudança não dura muito tempo, não.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no céu, mas sua entrada é negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, também não permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack põe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. Os nabos na Irlanda eram usados como suas "lanternas do Jack" originalmente. Mas quando os imigrantes vieram para a América, eles acharam que as abóboras eram muito mais abundantes que nabos. Então Jack O'Lantern (Jack da Lanterna). na América passa a ser uma abóbora, iluminada com uma brasa.


 Bruxas


Segundo várias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudança das estações: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo próprio Diabo. Elas jogavam maldições e feitiços em qualquer pessoa, transformavam-se em várias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Para encontrar uma bruxa é preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você verá uma bruxa!  (Será?)

Gato Preto
O gato preto é constantemente associado às bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os espíritos dos mortos. Muitas superstições estão associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas é a de que se um gato preto cruzar seu caminho, você deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se não o fizer, é azar na certa.

No próximo post
  • Halloween pelo mundo
  • Significados: Cores e imagens

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

As Bruxas Mayfair - A Hora das bruxas II




sinopse:
Continua a saga dos Mayfair, com suas tragédias e mistérios. Rowan toma posse da casa, da esmeralda e do legado. Mas, de quebra, leva também Lasher e sua maldição. Cabe agora a Rowan decidir-se entre o amor de Michael Curry e a sedução desse ser poderoso que quer ficar nesse mundo para sempre.


OPINIÃO FERAL SOBRE O LIVRO:
Já foi feita uma resenha aqui no blog de A hora das bruxas I, e eu disse que o livro não seria fácil de resenhar, por conta de tantos detalhes na história, e com esta continuação não poderia ser diferente.
A saga das bruxas Mayfair, neste segundo volume, segue a partir do ponto exato em que termina o primeiro volume, porém, para a minha triste decepção, não continua no mesmo ritmo. O que quero dizer, é que a leitura se tornou por demais maçante em boa parte do livro, e somente lá pela metade é que começa a ficar de fato interessante. Acredito também, que uma parte considerável de minha não apreciação total se de pela protagonista, Rowan Mayfair, que sinceramente, foi uma das mais chatas que a Anne Rice criou, e nesse livro, como a história tem maior foco sobre ela e sua relação com a criatura nomeada Lasher, a coisa toda não tem tanta graça quanto poderia ter, acredito eu, se a personagem da Rowan fosse um pouquinho mais interessante.
Pode-se dizer que este livro também tem dois momentos, assim como o volume I. Na primeira metade, vemos o casal, Michael e Rowan, cheios de planos de destruir a criatura Lasher, e felizes em restaurar a antiga residência da família Mayfair (acho que a casa é mais cativante que os dois como personagem) para irem morar nela em seguida. E na segunda parte, pode-se dizer que consiste no envolvimento e conhecimento maior que Rowan toma da criatura, Lasher, que também é bem mais interessante.
A família Mayfair continua a ser muito interessante para mim, mas acho que o desenvolvimento da história tirou um pouco da minha animação pelo todo.

Algo que também me incomodou foi a demora em terminar de ler esse livro, simplesmente por que sabe... não dava muita vontade mesmo. Mas eu li. E vou ler toda a continuação da história, por que bem... eu comprei os outros dois volumes (influência total de amiga que adorou a história). Não que eu não goste de livros longos, pelo contrário, eu adoro, mas esse... eu sinto que talvez, se ele tivesse menos páginas, funcionasse melhor. Ou não.


Personagens favoritos:
Como eu disse, A casa. A casa é interessante. Me deu muita vontade de poder entrar nela e explorar tudo.
E o Lasher, que instiga a curiosidade no decorrer do livro. No caso, ele é o grande mistério.

Citação:

" - O futuro é um tecido de possibilidades que se entrelaçam - disse ele. - Algumas vão aos poucos se tornando prováveis; algumas vão se tornando inevitáveis; mas existem surpresas inseridas na trama e na urdidura que podem rasgar o tecido."